arquitetar

"Procurar as orgânicas,os movimentos espontâneos,isto é, compreender a natureza para depois demarcar na geografia.A construção também tem que ser uma desconstrução.É necessário reflectir e inflectir.Procurar estar na essência da geometria.Resolver, encontrar o arco, ligar dois pontos, enfrentar um projeto e uma ideia, empreender uma lógica, um mundo."

domingo, 5 de junho de 2011

Gerrit Rietveldt



Schröder Schräder-House, Utrecht

Gerrit Thomas Rietveld (Utrecht, 24 de junho de 1888 — Utrecht, 26 de junho de 1964) foi um arquiteto e designer de produto neerlandês.
Ainda estudante, Rietveld trabalhava com marcenaria e produção de mobiliário. Em 1917, influenciado pelo Neoplasticismo, desenha a Cadeira Vermelha e Azul. Ele próprio, a partir de 1919, quando recebe o diploma, passa a ser um membro importante do movimento, contribuindo para a revista De Stijl.
Em 1924 projetou a Residência Schröder, localizada em sua cidade natal - um marco da arquitetura moderna e representação perfeita das idéias e conceitos defendidos por De Stijl.
Rietveld rompeu com o grupo neoplástico em 1928 e aderiu ao movimento Nova Objetividade (Nieuwe Zakelijkheid). No mesmo ano tornou-se membro dos CIAM.
Também é autor da famosa cadeira zig-zag, composta por apenas 4 placas de madeira, projetada em 1932. Outras obras importantes de Rietveld são as "Row-Houses", também em Utrecht (1931-1934), o pavilhão holandês na Bienal de Veneza (1954), o pavilhão da escultura no Museu Kröller-Müller, em Otterloo, província de Güéldria, e o Museu Van Gogh em Amsterdam (1955).


Cadeira ZIG ZAG

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Banheiro ; História e Curiosidades



Os Banheiros no interior de casas começaram a surgir a três mil anos antes de Cristo. Escavações arqueológicas mostraram vestígios dessas construções em cidades localizadas no oeste da atual Índia. Foi no Egito, em torno de 2100 a.C., que surgiram as primeiras latrinas usadas por pessoas sentadas, criando um padrão empregado até hoje. Cerca de mil anos depois, habitantes da ilha de Bahrein, no Golfo Pérsico, inventaram um mecanismo pioneiro de descarga hidráulica
No Ocidente, porém, a história do banheiro teve uma evolução bem diferente. Na Grécia do século 5 a.C., por exemplo, as residências não contavam com toaletes e os gregos preferiam mesmo era se aliviar ao ar livre. Isso ainda ocorria na Roma do início da era cristã, quando também era comum o uso de penicos. Mas, se não gostavam de banheiros privados, os romanos adoravam fazer suas necessidades em público, em construções comunitárias anexas a termas. A expansão do Império Romano levou esse conceito do banheiro público a outras partes do mundo antigo. Mas, quando a grande potência se enfraqueceu, a partir do século 5, esse tipo de construção caiu em desuso. Dentro das residências, os banheiros só começariam a se popularizar na Europa em 1668, quando o Comissariado de Polícia de Paris, na França, emitiu um decreto determinando que todas as casas construídas na cidade a partir dali deveriam ter esse importante cômodo. Com muito design,sofisticação e tecnologia,o banheiro (antes ambiente menos favorecido na ambientação das residências) saiu de seu discreto (porta fechada, sempre!) espaço num corredor interno ou num canto da suíte do casal para ganhar lugar de destaque nas casas e apartamentos.



fonte: Livro - Banheiro e sua evolução

Casa Freijó - Arquitetura Marlem Vilela Daniel Boaventura - Jun. 2011



"A Arquitectura é uma das artes do desenho. Mas é única através das suas condicionantes, da sua funcionalidade, do seu propósito. Não é só forma como também não é só função. Será certamente difícil para todos nós encontrar-lhe uma definição (talvez por isso muitos de nós não saibamos ao certo aquilo que fazemos). No entanto a Arquitectura é visível, é palpável, tem odor e existe no tempo. Ela existe e não é apenas através da forma. É tudo aquilo que não se vê mas que se sente.
Será isso provavelmente aquilo que nos custa a entender".

João Pereira de Sousa

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Compro para descobrir quem sou !!!





Compro, logo existo

Sugere que a atividade de comprar não é só um meio pelo qual as pessoas descobrem quem elas são, como fornece a elas a comprovação básica de sua existência.

Nunca tivemos tanta necessidade de possuirmos tantas coisas quanto nos dias de hoje, mesmo que para isso os objetos não tenham tanta importância. O fato é consumir! A moda é ter uma TV de Plasma em cada ambiente, armários e mais armários recheados de sapatos , roupas , acessórios e ... nunca se consumiu tanto quanto nos dias de hoje. Objetos úteis e inúteis. Temos que ter pelo menos um esteira para a promessa de um dia fazer exercícios, já que só a academia não nos basta, mesas de jantar que nunca usamos, um estilo de vida onde fazemos looby, ou melhor merchandising o tempo todo; passamos a ser um outdoor de nossa vida. Somos definitivamente a geração do consumismo.Medimos o valor das coisas não pela qualidade ou utilidade mais pelo seu preço. O preço , obviamente pode tornar inútil um objeto útil. Essas são alegações tendenciosas de um homem urbano, onde a publicidade é a vida dessa cultura (a cultura do capitalismo) a medida em que sem a publicidade, o capitalismo não pode sobreviver.

Texto: Marlem Vilela